Banho de vida e a sincronia necessária

  • Suzana Vidigal
  • FOTOGRAFIA: Divulgação (Netflix)
UM BANHO DE VIDA (Le Grand Bain), de Gilles Lellouche, com Mathieu Amalric, Guillaume Canet, Benoît Poelvoorde, Jean-Hugues Anglade, Virginie Efira, Leïla Bekhti, Mariana Foïs | França, 2018 | comédia, drama | M14 | 2h1min | Netflix
Um Banho de Vida conta uma história de superação e de resgate da autoestima. Um grupo de homens que passa por uma fase difícil da vida se encontram na piscina e resolvem se inscrever para participar de um campeonato de nado sincronizado. Treinados por uma ex-atleta, vão expor suas dificuldades, encarar seus familiares, olhar para si próprios e ouvir a experiência do outro. Através dessa troca, o filme traz uma jornada de descoberta, de enfrentamento das dificuldades e de colaboração. O nado sincronizado tem isso: precisa de todos para a coreografia funcionar. E ela funciona, em alto e bom tom, mostrando que é preciso se apropriar da própria vida para seguir em frente.

Suzana Vidigal  (@cinegarimpo) é tradutora, jornalista e cinéfila. Gosta de pensar que cada filme combina com um estado de espírito. Mas gosta ainda mais de compartilhar com as pessoas a experiência que cada filme desperta na mente e na alma. Autora do blog Cine Garimpo , traz, semanalmente, dicas de filmes para saborear e refletir.


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