A vida das cores

  • TEXTO Izabel Duva Rapoport
  • FOTOGRAFIA Reprodução @amecoresbotanicas
  • DATA: 09/12/2018

Os vários tons de cores criados por Isadora Rubim e Carol Moreira, da tinturaria Âme Cores Botânicas, têm algo em comum: todos vêm do lixo. “Recolhemos cascas de cebola amarela e roxa em feiras orgânicas, sementes de abacate em restaurantes, refugo de açafrão da terra, borra de café e outros materiais para testes e novas tonalidades”, conta Isadora, a alquimista da dupla. De um mesmo repolho roxo, por exemplo, podem sair até três cores diferentes. “Aproveitamos a matéria da natureza que já chegou ao fim para um primeiro consumidor e, depois de trabalhada como fonte dos corantes vegetais, volta à terra para fechar o ciclo na compostagem”. De um lado, a empresa fortalece a boa destinação dos descartes orgânicos. Do outro, possibilita que marcas de roupas possam produzir de maneira mais consciente.

Âme Cores Botânicas – facebook.com/amecoresbotanicas


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COMENTÁRIOS

  • Delma

    A vida não é linear, é circular. O eterno retorno!

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