Conexão com a essência

  • TEXTO Débora Zanelato
  • DATA: 30/03/2020

Sessão de acesso aos Registros Akáshicos nos aproxima de quem somos de verdade

 

Talvez exista uma parte em nós que, de tempos em tempos, se permite perguntar “Por que será que estou aqui?”. Às vezes essa pergunta surge quando tudo está meio fora do lugar ou mesmo quando as coisas vão muito bem. A busca por entender quem somos e o que viemos fazer foi o que me levou a realizar uma sessão de experiência nos chamados Registros Akáshicos. Um tanto desafiadores para definir em palavras, os Registros são como um campo de toda a informação do Universo. Quem me conduziu a essa experiência foi a psicóloga e terapeuta de acesso aos Registros Maju Barbosa.

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“O mais importante nesse encontro não são as informações, mas a sua experiência de conexão com essa vibração, e os desdobramentos que isso vai trazer depois”, ela disse quando cheguei. Eu não sabia o que esperar, mas queria muito ter provas concretas do que seria esse campo. Aos poucos, durante a nossa fala, comecei a sentir alterações sutis na percepção do ambiente. “Será que não é coisa da minha cabeça?”, pensei.

A elevação da frequência

Mas logo a minha forma de enxergar os padrões de cor ficou bastante alterada, como se alguém estivesse usando um programa de edição de imagens para aumentar o contraste do mundo real nos meus olhos. Os limites da sala também pareciam ter se dissolvido, e em torno da terapeuta, um discreto contorno iluminado – o que me causou sobressalto. “Como eu vou contar isso para os outros?” Só quando a terapeuta explicou que ao abrir o campo akáshico eu poderia perceber determinadas alterações foi que eu então confirmei estar, de fato, em uma frequência diferente, uma experiência que eu nunca havia imaginado ser possível.

Maju elevou a minha frequência por ressonância à dela, sem utilizar qualquer outro artifício ou substância. “Sua mente já é capaz de se alterar para acessar a frequência do campo akáshico e realidades espirituais paralelas”, ela me disse. Percebi que naquele estado tudo parecia pleno e em paz. “É desse lugar existencial que você acessa as respostas. Quanto mais você sustentar esse nível vibracional de consciência, mais vão ficando claras as suas formas de usar seus talentos. Você talvez não consiga traduzir essa sensação em palavras como “Ah, então eu vim fazer isso!”, mas você vai se conectando com uma frequência que tudo sabe”, disse Maju. Nos dias seguintes, senti que algo havia mudado em mim, como se eu pudesse confiar que está tudo certo e que, em um nível, eu já sou.


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