Criativo, sou ou não sou, eis a questão

  • Ana Paula Puga
  • FOTOGRAFIA: Alice Achterhof | Unsplash

A criatividade é um assunto que tem feito parte de nossos dias e tem lotado workshops por ai.

Isso porque as pessoas colocam a criatividade como ideal, e colocam-se a si mesmas no campo do real, onde a distância entre o ideal e o real é longa. Há quem considere que criatividade é característica de poucos.

Gosto da Definição de Mihaly Csikszentmihalyi, psicólogo norte-americano que estuda a criatividade há mais de 40 anos, e chegou a três perfis:

1– a pessoa brilhante: é aquela pessoa iluminada e que expressa pensamentos inusitados, interessantes e estimulantes;

2– a personalidade criativa: refere-se às pessoas de percepção tranquila e cheias de insight;

3– as pessoas criativas: são aquelas cujos trabalhos têm definição pública. Ou seja, cujas realizações causam impacto social e transformam os parâmetros culturais.

Sendo assim, uma pessoa pode ser considerada criativa quando produz algo que inclui originalidade, inventividade, relevância e adequação. A originalidade da pessoa criativa precisa fazer uma contribuição positiva à sua própria vida de outros.

Ser criativo faz de você alguém:
– Aberto
– Inquisitivo
– Buscador de novidades
– Com gosto pela novidade
– Explorador
– Inventivo
– Destemido
– Realizador
– Original
– Relevante

Pessoas criativas são aquelas que não temem “pagar micos”, expor ou testar suas ideias. Enquanto os perfis “pessoa brilhante” e “personalidade criativa” estão no campo da geração de ideias e insights inteligentes, a pessoa criativa é um realizador.

Pergunta-chave: Quando deseja alguma coisa, você consegue encontrar um comportamento diferente, porém adequado, para atingir aquele objetivo?

E então, qual é o seu perfil?

Você é uma pessoa brilhante, uma personalidade criativa ou uma pessoa criativa?


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Descubra por que se criticar de maneira impiedosa não traz os resultados que gostaria – e como sair dessa cilada com gentileza e amor por você mesmo



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